Não estou aqui. Estou ali. Meu irmão é um homem sábio. ’A gente se vê… corta pra São João com Ipiranga’. Xico Sá acaba comigo, como diz Van. Haverá outros dias bons, não sei de hoje. Não sei ser assim ou assado, desse molde. Meio pela metade. Só sei ser assim alegre e falando alto. Assim são os araújos. A lua, a saber, está crescente. Ela sorri, é um guia e tanto. A-r-r-e-b-a-t-a-d-o-r [é pra arrebatar a dor] é pra ser.
Ouvi uma coisa interessante hoje, que o que nos impede de sermos felizes é essa busca louca pela felicidade a todo custo. Estressante. Às vezes não dá e ponto. Por que não relaxamos, pedimos um café, falamos abobrinhas e sorrimos um pouco? O próximo elevador deve chegar em breve.

6 comentários
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18/05/2010 às 1:44
Freud
Andréa, anos atrás conversamos sobre felicidade e sobre o que pode ser feito pra isso acontecer e chegamos a conclusão na época que não tem fórmula. Você ainda insiste?
Ainda aguardo sua ligação, você sabe. Agora deixando pistas.
18/05/2010 às 1:48
Andrea
Querido Freud,
Há pistas e há pistas. Há os que não querem ser encontrados, é verdade. Se eu tenho seu telefone, você tem o meu. Liga, ué. No máximo vai ouvir ou ‘Oi!’ ou um ‘Quem?’. Continuo dizendo ‘what?’. Joguinhos, vc deveria saber se me conhecesse, não fazem meu estilo.
Assinado: a que não quer ser analisada
18/05/2010 às 1:53
Alisson
concordo contigo…e nesse elevador[elevando a dor] só caberão dois:vc e quem tiver coragem e desprendimento para ser feliz!
18/05/2010 às 3:38
Andrea
18/05/2010 às 4:34
Dennir Rocha
oi mulher!!!!
tô mandando aqui o poema completo, ” felicidade ” que vc comentou via msn, por ver a coincidências de fatos e fatores, entre ele e teu tópico sobre encontrar felicidade ou por ela ser encontrado, interessante não??!! e só pra eu ter certeza de q captou a essência dele poderia me dizer quem é o “EU” ?? AS VEZES NÃO SEI SÓ SOU BEM CLARO! BJUS…
quando revivo esses tempos
onde passado se faz presente
lembro de um tempo onde te guardei,
e guardo.
sentimentos enterrados,
com cimento sedimentados.
por ti esquecidos…
tristes esquecimentos
eis que é cimento!
um tempo preciso e precioso,
parecido com sonhos alimentados a tempos…
sendo ele o fim, de mim nao desistiu
o tempo antes brando
decidiu ser meu algoz e passar lento pra mim…
e se tudo passa em branco,
vidas, amores, sonhos… tantos!
porque EU não haveria de passar?
21/05/2010 às 1:12
Ana Léa
Adorei.
Li Xico Sá
aiai
Enfim… vamos tomar café, ri e falar besteira.